Blog sob a responsabilidade dos alunos da Escola Estadual Amaro Cavalcanti, Ensino Médio, de Jardim de Piranhas, RN.
domingo, setembro 05, 2010
sexta-feira, setembro 03, 2010
Segunda, dia 6, será ponto facultativo
O governo do Estado decretou ponto facultativo em todas as repartições públicas estaduais nesta segunda-feira (6) em virtude do feriado do dia 7 de setembro, que este ano cai numa terça-feira.
O decreto governamental será publicado na edição do Diário Oficial deste sábado (4). A medida vale para todos os órgãos da administração direta, indireta, autarquias e fundações.
Dia 12 de setembro – domingo (feirinha) – Marquinhos Carrera e Sakulejo, Mauricinhos do Forró e Baby Mel
Dia 15 de setembro – quarta – Show religioso com Pe. Helíton Marconi, logo após terá Max e Banda Estrelar
Dia 16 de setembro – quinta – Flor da Pele, Paulo Cassiano e Banda Eclipse
Dia 17 de setembro – sexta – Collo de Menina, Ferro na Boneca e Pegada de Luxo
Dia 18 de setembro – sábado – Alcimar Monteiro, Canindé Moreno e Banda Som Real
Dia 19 de setembro – domingo – Aleijadindo de Pombal
quarta-feira, setembro 01, 2010
Origem do Ok
Durante a Guerra de Secessão (que eu achava que era um erro de revisão), quando as tropas voltavam para o quartel sem nenhuma baixa, escrevia-se numa placa "0 Killed" (zero mortos). Daí surgiu a expressão O.K., para indicar que tudo estava bem.
Etimologia interessante, mas, como tantas, anedótica. Há uma atribuída ao General Grant – responsável pela vitória de Lincoln na Guerra de Secessão, de quem outros generais foram reclamar ao Presidente, pois estava sempre bêbado. Lincoln teria respondido: "Se é assim vou mandar distribuir tonéis de bebidas para todos os outros generais e ver se alcançam os mesmos resultados que ele".
Grant, depois Presidente, segundo a lenda subletrado, pensava que all correct se escrevia Oll Korrect e, portanto, dava aos documentos o seu aval com um OK. Anedota.
O OK já existia. Como já havia, também, uma forma matuta de pronúncia: oll ou orl, korrect. É possível que Grant soubesse disso e estivesse gozando a cara dos seus assessores, a exemplo do Dr. Roberto Marinho, que gostava de bancar de distraído ou até gagá, pra confundir a suficiência, até insolência irônica, dos auxiliares mais jovens (no fim, quem não era?).
Woodrow Wilson usava Okeh em seu papéis: "Okeh. W.W.". Indagado por que não usava Ôkei, Wilson – professor universitário – respondia: "Porque está errado. Procure no dicionário". Procuravam e achavam: "Okeh. Palavra do Choctaw* significando "É isso"."
Mas deixo a última palavra com Eric Partridge (neozelandês morto em 1979, o maior etimologista que conheço – que passou os 86 anos de sua vida mergulhado no mistério e na mágica das palavras. Tem pelo menos uma obra-prima, ORIGINS, e um livro, pra nós, curioso: From Sanscrit to Brazil).
"OK. Sua origem não é, como já se acreditou, a palavra Okeh, variação de hoke, do Choctaw*, significando "Sim, é", mas, mais provavelmente, deriva-se das bandeiras do OK. Clube, da campanha presidencial de 1840, apoiando Martin van Buren (presidente dos U.S. 1837-41), apelidado Old Kinderhook, por ter nascido na cidade desse nome".
Poucos acrogramas (epa!) tiveram mais sucesso do que OK. Depois da campanha de 1840 ele rapidamente perdeu o sentido inicial e passou a ser usado como verbo, advérbio, substantivo e interjeição. Na Inglaterra o OK americano pegou logo, pois, por coincidência, vendia-se um molho muito popular chamado Mason, O. K.
Hoje o OK tem circulação universal e penetrou até na linguagem mais formal. No mundo ocidental sua popularidade só é ameaçada pelo Ciao, italiano.
*Língua indígena do Missouri.
(Millor)
Medo do machão
Por: CaipiraAntes da missa, na porta da Igreja, o padre no meio de um grupo conversando, quando um cabra de chapelão de palha e peixeira na cintura disse:
- Pois padre, me desculpe, mas comigo é assim: se o cabra me contar uma mentira eu faço “heimmmmm” e se ele não justificar eu passo a peixeira nele e jogo o bucho pra fora.
Começa a missa e o cara tá lá na primeira fila, prestando toda atenção. Na hora do sermão, o padre explica o milagre da multiplicação dos pães:
- Meus irmãos, Jesus alimentou cinco mil pessoas com apenas cinco pães…
Antes de concluir o homem que não admitia mentira fez:
- Heimmmmm…
E o padre muito ligeiro emendou:
- …mas também, cada pão era do tamanho dessa Igreja…
Manuel vinha pela rua, falando sozinho:
- Dois quartos, sala, cozinha, banheiro. Dois quartos, sala, cozinha, banheiro. Dois quartos, sala, cozinha, banheiro. Dois quartos, sala, cozinha, banheiro. Dois quartos, sala, cozinha, banheiro. Dois quartos, sala, cozinha, banheiro. Dois quartos, sala, cozinha, banheiro.
- Que é isso Manuel? Disse um amigo que passava por perto. Tá maluco?
Manuel coçou a cabeça, desconcertado e disse:
- Não, ô gajo! É que minha mulher vive pedindo pra eu decorar a casa…
Por que será que é mais fácil freqüentar um bar do que uma academia?
Para resolver esse grande dilema, foi necessário freqüentar os dois (o bar e a academia) por uma semana. Vejam o resultado desta importante pesquisa:
Vantagem numérica:
- Existem mais bares do que academias. Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho.
1x0 pro bar.
Ambiente:
- No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia amolece no primeiro gole de cerveja.
- Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia.
2x0.
Amizade simples e sincera:
- No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda. Os companheiros do bar só reparam se o seu copo está cheio ou vazio.
3x0.
Compaixão:
- Você já ganhou alguma saideira na academia? Alguém já te deu uma semana de ginástica de graça?
- No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja 'por conta'.
4x0.
Liberdade:
- Você pode falar palavrão na academia?
5x0.
Libertinagem e democracia:
- No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, problema é seu...
- Na academia, dividir um aparelho dá até briga.
6x0.
Saúde:
- Você já viu um 'barista' (freqüentador de bar) reclamando de dores musculares, joelho bichado, tendinite?
7x0.
Saudosismo:
- Alguém já tocou a sua música romântica preferida na academia? É só 'bate-estaca', né?
8x0.
Emoção:
- Onde você comemora a vitória do seu time? No bar ou na academia?
9x0.
Memória:
- Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos?
10x0 pro BAR!!!
Portanto, se você tem amigos na academia, repasse este e-mail para salvá-los do mau caminho!
PS: Você já fez amizade com alguém bebendo GATORADE???
ENTÃO, VAMOS PRO BAR!!!Enviado por Beethoven.
EU SOU VOCÊ AMANHÃ
Ronnie Wood lança álbum solo em setembro
***
Nada a declarar sobre a notícia. Só quero saber se alguém aí já imaginou o Fiuk com 63 anos.
Pois é.
Internet bate TV aberta como passatempo nacional
Espectador brasileiro prefere internet e busca web para assistir à televisão
A internet virou a forma de entretenimento favorita entre os brasileiros, acabando com o monopólio da televisão. Pelo segundo ano consecutivo, uma pesquisa realizada pela Deloitte no Brasil e em outros quatro países (Estados Unidos, Japão, Alemanha e Reino Unido) mostrou que a web é o passatempo nacional favorito – ao contrário dos estrangeiros, que ainda preferem a TV. O internauta brasileiro gasta em média, por semana, 17 horas assistindo televisão e cerca de 30 horas navegando na internet.
Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 70 milhões na quarta-feira
Segundo a Caixa, nenhum apostador acertou todas as dezenas e a Mega-Sena acumulou pelo nono concurso consecutivo. A estimativa de prêmio para quem acertar os seis números no próximo sorteio, que ocorre nesta quarta-feira, será de R$ 70 milhões.
Duzentos e cinquenta e um apostadores acertaram a quina e vão receber R$ 14.955,49. Os 16.146 acertadores da quadra levarão R$ 332,1 cada um.
As apostas na Mega-Sena podem feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer uma das 10,4 mil unidades lotéricas do País. As apostas custam a partir de R$ 2,00.
Opine abaixo sobre o que você faria se levasse a bolada de R$ 70 milhões!
Ao ganhar na Mega-Sena, não deixe o dinheiro ser motivo de discórdia na família
Quem aposta na Mega-Sena com a esperança de ganhar os cerca de R$ 70 milhões que a loteria entrega hoje o faz achando que essa fábula vai resolver todos os seus problemas, é claro. Dizer que a fortuna não traz felicidade é coisa de rico –mas existe uma verdade nessa afirmação: o venturoso que se encontra, de uma hora para outra, nadando em um rio de dinheiro também depara com uma porção de dificuldades que antes sequer imaginava.A principal delas diz respeito à divisão dos recursos entre os parentes de maneira que a sorte repentina seja sempre causa de alegrias, e não de disputas e mágoas.
Na opinião dos especialistas, em primeiro lugar o ganhador da loteria deve ser o mais discreto possível sobre o prêmio, senão vai acabar descobrindo que tem tantos primos que poderia fundar uma cidade só para a sua família. Essa é uma questão de segurança também.
Depois de informar os mais próximos –nem as crianças precisam ficar sabendo de detalhes–, é essencial decidir como partilhar o montante. “A fim de evitar brigas, o segredo das famílias que possuem grandes fortunas é um só: colocar regras”, diz Luiz Kignel, especialista em sucessão do escritório Pompeu, Longo, Kignel & Cipullo Advogados.
No começo, pode-se distribuir alguns bens que melhorem o padrão de vida dos parentes, como uma casa e um carro para cada um. É hora de realizar sonhos como viajar ou finalmente fazer a festa de casamento.
O momento seguinte é o de resolver como fica a renda dos familiares. “Deve-se estabelecer um limite. Não é porque se possui muito dinheiro que qualquer um pode sacar o quanto quiser na hora que der na telha”, frisa Kignel.
Geralmente, cria-se regras rígidas sobre os valores repartidos mensal ou trimestralmente para diminuiro o risco de questionamentos futuros e de que algum membro se sinta injustiçado. Em alguns casos, a cifra é fixa –R$ 50 mil, por exemplo. Em outros, está atrelada a determinados parâmetros, como o salário que o filho recebe no seu emprego regular. Uma ideia é dar a ele, a cada período, o dobro do que ganha no trabalho, e com a condição de que se mantenha na ativa. Dessa forma, consegue-se garantir que todos usufruam dos benefícios sem que a dinheirama suba à cabeça.
Gastos extraordinários, como o capital para o lançamento do negócio próprio do genro ou a casa de praia que é o grande sonho da mulher, têm que ser pensados à parte. Pode-se inclusive conceder os recursos na forma de empréstimos a juros (pequenos), de maneira que a verba seja mais valorizada. As operações precisam estar devidamente documentadas.
Não existem muitas providências a tomar se um dos filhos do sortudo acha que está sendo prejudicado em relação aos demais. “Somente depois que o pai morrer ele tem condições de pedir uma compensação a ser retirada do patrimônio familiar”, explica Sérgio Mirisola Soda, advogado especializado em direito civil do escritório Azevedo Sette.
Fora isso, o ganhador faz com o seu prêmio o que bem entender. Mesmo que vá morar no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, para aproveitar o dinheiro até o fim, os parentes nada podem reclamar. “A exceção é para quando se configura um descontrole total, que o impeça de gerir seus bens. Aí pede-se na Justiça a sua interdição”, comenta Soda.