segunda-feira, agosto 23, 2010

Revoltas do Brasil Colônia - teste-se.
1-Quem eram os mascates na Guerra dos Mascates, em 1710? Um dos resultados da revolta foi a emancipação de Recife.
  • Os ruralistas de Olinda
  • O clero de Olinda
  • Os trabalhadores sem-terra de Pernambuco
  • Os comerciantes portugueses
2-Em que atual Estado brasileiro se deu a Revolta dos Beckman, em 1684?
  • No Maranhão
  • No Grão-Pará
  • Em São Paulo
  • No Mato Grosso do Sul
3-Qual era o principal objetivo das chamadas revoltas emancipacionistas do Brasil Colônia?
  • O retorno da família real para Portugal
  • A independência do Brasil em relação a Portugal
  • A substituição da monarquia pela república
  • A emancipação dos indígenas e escravos no Brasil
4-Que revolta do Brasil Colônia propôs o fim da escravidão, entre outros objetivos?
  • A Conjuração Baiana
  • A Inconfidência Mineira
  • A Revolta de Filipe dos Santos
  • A Revolução Farroupilha
5-Qual o ano e a cidade em que se realizou a Inconfidência Mineira?
  • 1709; Ouro Preto
  • 1789; Vila Rica
  • 1789; Vila Velha
  • 1798; Diamantina
6-Quem saiu derrotado da Guerra dos Emboabas, no começo do século 18?
  • Os coletores de impostos mineiros
  • Os emboabas
  • Os mineradores paulistas

João Maia lidera pesquisa para deputado federal no Rio Grande do Norte. Confira

Robson Pires

A corrida eleitoral para uma vaga na Câmara Federal em Brasília tem o deputado federal e candidato a reeleição João Maia (PR) como líder da pesquisa divulgada nesta segunda-feira (23) pelo Start/Correio da Tarde com 5,4% das intenções de voto, com 82 de citações. A pesquisa foi encomendada ao Instituto Start e foi feita nos dias 14 a 16 de agosto em 37 municípios do Rio Grande do Norte e com margem de erro de 2,5%.

A pesquisa espontânea – registrada com o nº 22.324/2010 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) – ouviu 1.530 eleitores e perguntou qual era a intenção de voto para deputado federal.

Confira a lista dos candidatos:

João Maia (PR) 5,4%

Fábio Faria (PMN) 5,1%

Felipe Maia (DEM) 5,1%

Fátima Bezerra (PT) 4,4%

Henrique Alves (PMDB) 3,75

Paulo Vagner (PV) 2%

Betinho Rosado (DEM) 1,8%

Rogério Marinho (PSDB) 1,4%

Adenúbio Melo (PSB) 0,7%

10º Wober Júnior (PPS) 0,6%

11º Sandra Rosado (PSB) 0,6%

12º Rosy de Souza (PV) 0,3%

EQUIPE DA EEAC PARTICIPA DE ENCONTRO EM NATAL

Nos dias 19, 20 e 21 de agosto, uma equipe formada pelo diretor da Escola Estadual Amaro Cavalcanti, Francimar Dutra Maia, pelo professor de Língua Portuguesa Fernando de Azevedo Guedes e pelo Coordenador Pedagógico Francisco Borges de Araújo participou do PROLEM - Projeto de Leitura do Ensino Médio - realizado pela Secretaria de Estado da Educação e da Cultura, nas dependências do hotel Praia Mar, em Natal, RN.
O tema do encontro foi "A leitura no Ensino Médio: Desafios e Perspectivas", constando de palestras, seminários e minicursos, com o objetivo de dinamizar as bibliotecas escolares e difundir a leitura em todos os espaços da escola e, com isso, imprimir a qualidade que se espera da educação.




Conheça a realidade por trás dos números que avaliam a educação

iG percorreu 1000 km na Bahia para entender as baixas notas no Ideb e desvenda em série de reportagens como ensino pode melhorar

Falta espaço na casa de quatro cômodos pequenos onde Wellington Borges da Silva, de 11 anos, vive com os pais e mais dois irmãos. Os livros didáticos que recebe da escola ficam empilhados em um cantinho, junto com o único caderno, ao lado do guarda-roupas, no quarto que divide com os irmãos.

Wellington faz as tarefas da escola em pé, na mesa da cozinha, onde não há cadeiras. A família não possui livros de literatura, nem lápis de cor ou giz de cera. Ele carrega o lápis, a caneta e a borracha no bolso. Não tem mochila ou estojo.

O pai de Wellington tenta, mas não pode ajudar muito o menino porque só estudou até a 5ª série do ensino fundamental. Avisa todos os dias aos filhos que só o estudo pode mudar a dura vida da família, que ainda sonha com a casa própria.

A realidade de Wellington, que mora em Apuarema, no interior da Bahia, se assemelha à de centenas de crianças da cidade (e do País). Não aparece nos números que medem a qualidade da educação nacional e suas complicações não foram suficientes para fazê-lo desistir de estudar. Pelo menos, por enquanto.

Em busca de conhecer os fatos que as estatísticas dificilmente conseguem medir e de respostas que justifiquem o sucesso e o fracasso de escolas e municípios no processo educacional, o iG percorreu, no início do mês, mais de 1.000 quilômetros pela Bahia, o Estado que amarga algumas das notas mais baixas do Brasil no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Conversou com professores, diretores, gestores, pais e alunos de quatro municípios. Em um deles, fez a visita acompanhado da pedagoga Mônica Samia, que coordenou duas pesquisas do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre o Ideb desde 2007. As descobertas desta viagem serão publicadas, de hoje até sexta-feira, em série de reportagens que desvenda a realidade por trás dos números da educação.

Em 2007, o MEC criou a avaliação com a pretensão de medir a qualidade da educação brasileira a partir de notas em provas de português e matemática – a Prova Brasil – e da quantidade de alunos aprovados em cada série.

A partir dos resultados, criou metas para cada escola, rede, município, Estado e para o País. Cada instituição ou rede tem uma nota a ser atingida, elaborada de acordo com os próprios desafios. Em 2022, o objetivo é que as escolas das séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª) cheguem à nota 6, patamar equivalente ao desempenho de países desenvolvidos.

Com base nas metas individuais, o MEC formulou políticas para ajudar as redes a atingirem notas melhores. Aos poucos, o impacto do Ideb provoca mudanças.

Entre as 11 cidades com as cinco piores notas nas séries iniciais da rede pública (há alguns empates), seis são baianas. Apuarema, a cidade de Wellington, aparece na lista divulgada pelo Ministério da Educação em julho com a pior nota do Brasil, de 0,5, em uma escala de 0 a 10.

Na sequência, estão os municípios de Pedro Alexandre (2,0), Manoel Vitorino e Nilo Peçanha (2,1), e, por fim, Dário Meira e Pilão Arcado (2,2), todos com notas bem abaixo da média nacional para a etapa, que ficou em 4,6 pontos, e insuficientes para atingir as próprias metas (veja lista completa).

Nas séries finais (5ª a 8ª), o cenário se repete: 13 municípios reúnem as piores notas, todas com menos de dois pontos no índice – a média nacional foi 4,00. Deles, cinco estão na Bahia. Itapitanga, Itatim e Jussari ficaram com 1,8. Aramari e Ibirataia, 1,9. (a lista completa)

A viagem

A reportagem do iG visitou alguns destes municípios que carregam o peso de serem taxados como os “piores do País” na 4ª série. Além de Apuarema, a equipe também foi a Dário Meira. Entre os “piores”, é um dos que tem a nota mais alta. Os conceitos dos dois municípios parecem distantes (0,5 e 2,2), mas a realidade não é. Ambos têm dificuldades em comum.

Com a pedagoga Mônica, que mora em Salvador há mais de 15 anos e acompanha de perto as mudanças que o Ideb provoca nas cidades, visitou as escolas públicas de Jussari, um dos municípios com nota mais baixa nas séries finais. A educadora ajudou a identificar o que impede a melhoria do ensino e quais estratégias podem garantir a aprendizagem dos alunos.

Os desafios

A série de reportagens que será publicada pelo iG vai mostrar que a escola sozinha não conseguirá transpor os obstáculos ao direito de aprender, que é de todos os estudantes brasileiros. Há problemas que extrapolam as paredes das salas de aula e interferem diretamente neste processo.

Faltam empregos, oportunidades e infra-estrutura adequada nestes municípios. Muitas famílias se sustentam com o Bolsa Família, aposentadoria de algum parente ou são funcionários da prefeitura. As disputas políticas ainda chegam às escolas e prejudicam os alunos.

A falta de espaço físico faz com que a maioria das escolas não tenha biblioteca, quadras de esporte e laboratórios. Os professores, cujos salários são baixos, não têm programas de formação continuada estruturados. Eles próprios carregam deficiências de formação de quando eram pequenos estudantes.

A boa notícia é que há quem já promova reviravoltas. A série vai mostrar como Boa Vista do Tupim, também na Bahia, saltou do Ideb 2,2 em 2005 para 5,8 em 2009. Há problemas semelhantes aos dos outros municípios por lá, mas uma premissa básica se tornou prioridade: o direito de aprender.

domingo, agosto 22, 2010

Parto na Roça
Dois caipiras estavam passando pela cidade, quando assistem pela janela um parto natural. A parteira dizia para a futura mãe:
- Vamos, vamos... Tá quase!
Obebê nasce e parteira dá um tapa em seu bumbum, mas nada da criança chorar. Outro tapa e nada. Até que, no terceiro tapa, o bebê abre o berreiro.
Então, um caipira diz pro outro:
- Óia só, cumpadi... Que bisurdo! Um bebê tão pequenininho já apanhando!
O outro responde:
- É, mai bem que ele mereceu! Ocê viu onde ele se enfiô?
Uma nova legião de candidatos cômicos
O início do horário eleitoral traz candidatos como Tiririca, que usa o lema "pior que está não fica"

Filipe Redondo
PIADA ELEITORAL
O cantor Tiririca posa num intervalo da campanha. Ele aposta no deboche para se eleger deputado federal

– Alô, Tiririca? Aqui é o Victor.
– Oi, aqui é o Léo.
– Léo?
– Victor e Léo (uma dupla sertaneja). Hahaha. É o Tiririca, pô.

É com esse tipo de humor que Francisco Everardo Oliveira Silva, o cantor cearense Tiririca, trabalha por uma vaga de deputado federal por São Paulo. Na semana passada, na estreia do horário eleitoral na TV, ele chamou a atenção pelo tom debochado.

“Você sabe o que faz um deputado federal? Eu não sei, mas vote em mim que eu te conto”, diz. Outro de seus bordões é “Vote no Tiririca, pior que tá não fica”. Com eles, o candidato do Partido da República (PR) ficou falado e recebeu 500 mil visitas no YouTube. Tiririca tornou-se conhecido nos anos 1990 com o disco Florentina, que vendeu 1,5 milhão de cópias. Também atuou em programas humorísticos e respondeu processo por racismo por causa de uma música que falava “essa negra fede” e “bicha fedorenta”. Absolvido, quer ir ao Congresso. Embora não defenda nenhuma proposta. “De cabeça, assim, é complicado pra mim falar (sic).” Num vídeo, diz que vai ser deputado para ajudar os mais necessitados, “inclusive a minha família”. Se pudesse, empregaria parentes? “Com certeza. Primeiramente a minha família”, afirma. Tiririca declarou patrimônio zero, mas sua estimativa de gasto na campanha é de R$ 3,5 milhões.

Em 1958, um rinoceronte do zoológico de São Paulo chamado Cacareco recebeu 100 mil votos para vereador. De lá para cá, ele vem dando nome a uma categoria de candidatos na política brasileira. Além de Tiririca, há outros Cacarecos nesta eleição. São famosos ou anônimos dispostos a qualquer coisa para se destacar na multidão. Muitos deles apelam para o humor e para o comportamento jocoso – embora os verdadeiros humoristas, por decisão da Justiça Eleitoral, estejam proibidos de fazer piadas com os candidatos. O cientista político Fábio Wanderley Reis diz que, “até certo ponto”, é natural que partidos convoquem personagens desse naipe para a disputa. Eles atraem votos para a legenda e garantem ao partido uma bancada maior na Câmara. “É um jeito espúrio de obter quadros”, afirma.

‘‘Quero recomendar a Mulher Pêra para o Congresso Nacional’’
EDUARDO SUPLICY, senador (PT-SP)

A banalização do processo eleitoral está enraizada no meio político brasileiro – e conta com suporte mesmo de gente conhecida. A modelo Suellem Aline Mendes Silva, que se apresenta na TV como Mulher Pêra (PTN), ganhou a chancela do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que pede votos para a decotada no YouTube. “Quero recomendar a Mulher Pêra”, diz ele. “É muito importante que possamos ter essa mulher como candidata eleita para o Congresso.” Sério, senador?

No Rio de Janeiro, o ex-jogador Romário concorre a uma vaga de deputado federal e apelou para o corpão. Anda cercado por um grupo de mulatas fornidas que distribuem santinhos com um argumento inusitado: “Vote no Romário porque ele já é rico e não vai roubar”. Pedro Manso, imitador que fez sucesso se apresentando como Faustão, tenta uma vaguinha na Assembleia vestido e falando como... Faustão. “Ô-loco, meu! Pedro Manso para deputado!”. Na linha funk-favela concorre Tati Quebra Barraco, autora do hit “Dako é bom”, que fala numa marca de fogão. Os famosos tentam se eleger apoiados no argumento da fama. O ex-pugilista Maguila diz que vai “lutar em Brasília”. O ex-jogador de futebol Marcelinho Carioca quer “jogar no time” dos eleitores. Raul Gil tira o chapéu para seu filho, candidato a deputado federal. Os irmãos do grupo KLB defendem “a união da família”. O que promete o estilista Ronaldo Esper? “Agulhar os políticos”...

Fábio Wanderley diz que não é necessário deixar a política apenas aos políticos. Muitos brasileiros já fizeram carreira pública depois de outra profissão. Fernando Henrique Cardoso era professor. Lula, um famoso metalúrgico.“É legítimo que um humorista ou uma modelo se candidatem”, diz ele. “O problema é o discurso infantilizado.”

  Reprodução
“FAUNA”
Alguns dos famosos que tentam usar a fama como trampolim eleitoral. O estilo está enraizado e é bem-aceito entre os políticos tradicionais

Não deixe Para Amanhã


Amanhã pode ser muito tarde
Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer
tentar de novo...

Amanhã pode ser muito tarde
Para você pedir perdão,
Para você dizer:
Desculpe-me, o erro foi meu!...

O seu amor, amanhã, pode já ser inútil;
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso;
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada;
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida;
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário;
O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços...

Porque amanhã pode ser muito ...muito tarde!

Não deixe para amanhã para dizer:
Eu amo você!
Estou com saudades de você!
Perdoe-me!
Desculpe-me!
Esta flor é para você!
Você está tão bem!...

Não deixe para amanhã O seu sorriso, O seu abraço, O seu carinho, O seu trabalho, O seu sonho, A sua ajuda...

Não deixe para amanhã para perguntar:
Por que você está triste?
O que há com você?
Ei!...Venha cá, vamos conversar...
Cadê o seu sorriso?
Ainda tenho chance?...
Já percebeu que eu existo?
Por que não começamos de novo?
Estou com você.
Sabe que pode contar comigo?
Cadê os seus sonhos?
Onde está a sua garra?...

Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde...muito tarde!
Procure. Vá atrás! Insista!
Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!
Amanhã pode ser tarde...
"Falsos e hipócritas são aqueles que tudo fazem com palavras, mas na realidade nada fazem." (Demócrito)

"A Porta do Lado" por Drauzio Varella


Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse
ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em
relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê
certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos,
somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada.

E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia
na vida da gente. É quando um vizinho estaciona o carro
muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga
do estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente
entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da
sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o
que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados,
impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom
exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhor,
e de outras, pior. Tem gente que tem a vida muito
parecida com a de seus amigos, mas não entende por que
eles parecem ser tão mais felizes. Será que nada dá
errado para eles? Dá aos montes.

Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez
ou outra, não faz a menor diferença. O que não falta
neste mundo é gente que se acha o último biscoito do
pacote. Que "audácia" contrariá-los! São aqueles que
nunca ouviram falar em saídas de emergência: fincam o
pé, compram briga e não deixam barato.
Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente.
O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por
ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do
caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a
maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos
assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail,
um pedido de desculpas, um deixar barato.
Eu ando deixando de graça, para ser sincero.
Vinte e quatro horas têm sido pouco para tudo
o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda
mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações
irritantes e gente idem, pilhas de pessoas que vão
atrasar meu dia. Então eu uso a "porta do lado" e vou
tratar do que é importante de fato. Eis a chave do
mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom
humor, a razão porque parece que tão pouca coisa na
vida dos outros dá errado

Valor aos Humildes

Durante meu primeiro ano da faculdade, nosso professor nos deu um questionário.
Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última:
"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?".
Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
"É claro!", respondeu o professor. "Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas.
Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
Obs.: Você pode e deve ser importante, mas o mais importante é o respeito ao próximo e o valor que você dá aos humildes.

Autor desconhecido

sábado, agosto 21, 2010

Provérbios Modernos:

- A pressa é inimiga da conexão.
- Amigos, amigos; senhas à parte.
- A arquivo dado não se olha o formato.
- Diga-me o seu perfil no Orkut e te direi quem és.
- Para bom provedor uma senha basta.
- Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
- Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
- Hacker que ladra, não morde.
- Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
- Mouse sujo se limpa em casa.
- Melhor prevenir do que formatar.
- Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
- Quem um 486 ama, um Pentium 4 lhe aparece.
- Quem clica seus males multiplica.
- Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
- Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
- Quem não tem banda larga, caça com modem.
- Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
- Quem semeia e-mails, colhe spams.
- Quem tem dedo vai a Roma.com
- Um é pouco, dois é Messenger, três é Chat.
- Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
- Pão, pão! Queijo, queijo! Humor Tadela, Humor Tadela! - Diga-me que computador tens e direi quem és.
- Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder.
- Na informática, nada se cria, tudo se copia... e depois, se cola.
- Quando um não quer, dois não teclam.

Não confunda "iminente" com "eminente"

Por Thaís Nicoleti

“Os sites de compras coletivas funcionam devido ao efeito psicológico da escassez eminente.”

A língua portuguesa é pródiga em palavras de forma parecida, mas de significados diferentes, os chamados parônimos. Não é preciso dizer que a confusão entre eles é bastante comum.

No fragmento acima, foi usado “eminente” no lugar de “iminente”. Muito bem. A diferença entre os dois é muito grande. “Eminente” é um adjetivo que quer dizer “alto”, “elevado” (torre eminente, lugar eminente) ou, no sentido figurado, “importante”, “excelente”, “superior” (eminente professor, eminente deputado). É comum que, no emprego conotativo, o adjetivo apareça antes do substantivo, embora isso não seja obrigatório.

“Eminente” é cognato de “eminência”, substantivo que designa a qualidade daquilo que é eminente – é mais ou menos a mesma coisa que “proeminência” (no sentido figurado, “eminência” é superioridade moral e/ou intelectual). O termo também aparece na expressão “eminência parda”, com a qual nos referimos a uma pessoa muito influente, sobretudo na vida política, mas que permanece anônima, evitando mostrar-se ou agir às claras. A palavra aparece ainda no tratamento de cardeais (Vossa Eminência, Sua Eminência).

Já “iminente” é o que está prestes a acontecer. Normalmente se usa em contextos em que ocorra algum tipo de ameaça (“perigo iminente”, “risco iminente” ou mesmo “escassez iminente”, como queria o autor do texto destacado).

É comum a substituição da letra “i” pela letra “e” num comportamento conhecido como hipercorreção ou ultracorreção, que consiste em tomar por errado o que está certo. Não é à toa que são comuns impropriedades como “previlégio” no lugar do correto “privilégio” ou “entitulado” no lugar do correto “intitulado”, entre muitos outros casos.

Abaixo, o fragmento corrigido:

Os sites de compras coletivas funcionam devido ao efeito psicológico da escassez iminente.
FILHOS CRIADOS PELO PAI

Se fosse eleita hoje, Dilma teria 57% do Senado

Embora o próprio PT deva eleger uma bancada de 10 senadores, Dilma teria uma base de 46 senadores aliados a ela. Já Serra, se eleito, passaria dificuldades: teria apenas 32 senadores

Fábio Pozzebom/ABr
Levando-se em conta as últimas pesquisas, Dilma, se eleita, teria o apoio de 58% dos senadores

Rudolfo Lago

Se as eleições fossem hoje, a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, venceria tanto no primeiro quanto no segundo turno e seria eleita presidente da República. É o que têm apontado todas as pesquisa eleitorais nas suas últimas rodadas. Eleita, Dilma teria uma confortável base de apoio no Senado. O Congresso em Foco analisou as últimas pesquisas disponíveis em cada estado. Considerados esses números, a base de apoio de Dilma elegeria 46 senadores. Trata-se de uma maioria de 57%. Ficam descontados aí senadores que são de partidos da base de Dilma mas ou claramente se opõem a ela e ao PT (casos de Jarbas Vasconcelos, Luiz Henrique da Silveira e Orestes Quércia, do PMDB) ou que demonstram uma posição independente (casos de Pedro Simon e Germano Rigotto, também peemedebistas). Inclui-se na base dela um senador de um partido que formalmente está na chapa de José Serra: Fernando Collor (PTB).

Já José Serra, do PSDB, se conseguir reverter a desvantagem que tem hoje para Dilma, sofrerá um bocado para governar. Ele ficaria bem longe da maioria. Teria ao seu lado apenas 32 senadores, 39% do total. Caso ainda mais grave seria na hipótese de uma vitória de Marina Silva. Hoje, o PV tem ela como senadora. De acordo com as pesquisas, no ano que vem, não haverá nenhum senador verde.

Em dois estados, Sergipe e Pará, não há pesquisas recentes. As pesquisas disponíveis incluem políticos que acabaram não sendo candidatos ao Senado. Casos de Jackson Barreto (PMDB), que é candidato a vice na chapa de Marcelo Déda, do PT, em Sergipe, e Valéria Pires Franco, do DEM, no Pará. O Congresso em Foco inicialmente considerou-os, mas diante da manifestação de leitores, alterou o critério.

O site desconsiderou também o fato de que alguns senadores que têm mandato até 2015 disputam governos estaduais. Casos de Tião Viana (PT) no Acre, Fernando Collor (PTB) em Alagoas e Alfredo Nascimento (PR) no Amazonas. Caso eles venham a ser eleitos, porém, assumirão seus suplentes, que não alterarão os números de apoio a cada candidato. Desconsiderou também aqueles que estão com as candidaturas impugnadas ou mesmo já constestadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais, uma vez que ainda há possibilidade de recurso para todos os casos.

Se eleita, Dilma terá no Senado uma situação semelhante à que tem Lula. Pode-se dizer que o presidente tem em torno de 48 senadores na sua base. Embora o PTB hoje esteja formalmente na chapa de Serra, o partido no Senado costuma votar com o governo. Ele não conta no PMDB com o voto de Jarbas Vasconcelos (PE). E Pedro Simon (PMDB-RS) costuma adotar uma postura independente. Cristovam Buarque (PDT) também, mas como está agora coligado à chapa do PT, é provável que assuma postura mais dócil.

Crescimento do PMDB

A força da bancada que apoia Dilma não vem exatamente do PT. De acordo com as últimas pesquisas, o partido até deverá crescer, aumentando de oito para nove os seus senadores. O PMDB, porém, pelos números mais recentes, passaria dos atuais 18 senadores para 20. Salto importante daria o PSB, que aumentaria de dois para quatro os seus senadores.

No caso de uma vitória de Serra, ele sustentaria seu apoio em seu próprio partido. O PSDB elegeria, pelos números de hoje, 14 senadores. Manteria a mesma bancada que tem hoje. Já o DEM perderia: cairia dos atuais 14 para 11.

Plínio de Arruda Sampaio, numa hipótese hoje completamente improvável de se eleger, teria uma senadora na sua bancada. Na verdade, de certa forma, uma senadora a contragosto. Heloisa Helena, que deve retornar como senadora por Alagoas, trabalhou internamente no Psol para que Plínio não fosse o candidato do partido.

quarta-feira, agosto 18, 2010

Há Sempre Alguém

O mundo inteiro está cheio de pessoas.
Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte.
Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.
Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver.
Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada.
Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.
Precisam de alguém Talvez de ti ...

Numa aula de anatomia, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! - responde o futuro médico.
- Quatro? - replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala! - ordena o mestre ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - completou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o insolente da sala.
Ao sair, o cara ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos', 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
O aluno era o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.

Vox Populi: Rosalba cai 4 pontos, mas ainda lidera no RN

Candidata do DEM lidera pesquisa com 49%; Iberê (PSB) tem 24% e Carlos Eduardo (PDT) 13%

iG

Rosalba Ciarlini (DEM), candidata ao governo do Rio Grande do Norte, venceria no primeiro turno se as eleições fossem hoje, segundo pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada nesta quarta-feira. Ela tem 49% das intenções de voto. Apesar de manter a liderança, a candidata perdeu quatro pontos percentuais em relação à última pesquisa, realizada em julho, quando tinha 53%.

O governador Iberê Ferreira (PSB), segundo colocado, tem hoje 24% das intenções de voto – 6 pontos percentuais a mais do que tinha na pesquisa anterior. Carlos Eduardo (PDT) é o terceiro com 13%. Ele oscilou positivamente desde a última pesquisa, quando tinha 11%. Os outros candidatos não pontuaram.

Os votos brancos e nulos somam 6% e os indecisos 11%. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais. A pesquisa foi feita entre os dias 7 e 10 de agosto com 700 entrevistados. O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral tem o número 22.951/10.

Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Estado tem aprovação de 87% da população do Estado e 35% dos eleitores dizem que votariam com certeza no candidato ao governo apoiado por ele - percentual 11 pontos superior ao obtido pelo candidato da coligação do PT, Iberê. Outros 42% dos eleitores dizem que poderiam votar no candidato de Lula dependendo de quem fosse ele.

Iberê assumiu o governo em março deste ano, após a saída de Wilma de Faria (PSB) do cargo para concorrer ao Senado. Segundo a pesquisa, 18% dos eleitores votariam com certeza no candidato apoiado pela ex-governadora e 34% poderiam votar no candidato apoiado por ela.

Iberê é o candidato mais rejeitado pelos eleitores -16% deles dizem que não votariam nele de jeito nenhum. Rosalba é rejeitada por 8% dos eleitores. Outros 5% dizem que não votariam em nenhum candidato.

terça-feira, agosto 17, 2010

Vox Populi: Dilma tem 45%, Serra tem 29% e Marina, 8%

Se a eleição fosse hoje, candidata do PT venceria no primeiro turno, aponta levantamento divulgado nesta terça-feira

iG

A candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, venceria no primeiro turno se a eleição fosse hoje, de acordo com a pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada nesta terça-feira. Dilma teria 45% das intenções de voto, contra 29% do presidenciável tucano, José Serra, e 8% da candidata do PV, Marina Silva. Para levar a disputa primeiro turno, a quantidade de votos válidos contabilizados por um determinado candidato deve ser superior à soma dos votos obtidos pelos demais concorrentes.

Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto, 5% declararam voto branco ou nulo e outros 12% se disseram indecisos. A pesquisa estimulada, que mostra os nomes dos candidatos para os entrevistados, foi feita entre os dias 7 e 10 de agosto, após o primeiro debate entre presidenciáveis, realizado pela Band no dia 5 de agosto.

O melhor desempenho de Dilma é na região Nordeste e o pior é na região Sudeste. Em Pernambuco, ela teria 66% dos votos, contra 19% de Serra. Já o tucano tem seu melhor desempenho na região Sul e o pior, no Nordeste. Em São Paulo, Estado que governou até abril, Serra teria 40% dos votos, contra 33% da petista.

O instituto entrevistou 3 mil pessoas em 219 municípios de todos os Estados, incluindo o Distrito Federal e excluindo Roraima. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 22.956/10. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.

Dilma também aparece na frente na pesquisa espontânea, com 32% das intenções de voto, ainda segundo a Vox Populi/Band/iG. José Serra aparece em segundo, com 18%, e Marina Silva em terceiro, com 5% das intenções de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não é candidato, foi citado por 3% dos entrevistados. Outros 6% disseram votar nulo ou branco e 34% não sabem em quem votariam.

Ibope: Dilma tem 11 pontos de vantagem sobre Serra

Petista vai a 43% e tucano oscila negativamente para 32%

A vantagem da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, sobre o tucano José Serra subiu de 5 para 11 pontos percentuais segundo pesquisa do Ibope divulgada nesta segunda-feira. Pela primeira vez uma pesquisa mostra Dilma com um percentual suficiente para ser eleita no primeiro turno, dentro da margem de erro.

Segundo o Ibope Dilma subiu de 39% em julho para 43% em agosto e Serra oscilou negativamente de 34% para 32%. Marina Silva (PV) permaneceu com 8%. Os brancos e nulos são 7% e os indecisos 9%.

Na soma dos votos válidos Dilma teria 51%, Serra 38% e Marina 10%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Avaliação do governo

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi avaliado como ótimo ou bom por 78% dos entrevistados, regular por 18% e ruim ou péssimo por 4%.